Cpers-Sindicato reivindicava 23,14%, o equivalente à reposição da inflação acumulada no governo Yeda
Depois de três dias em vigília na Praça da Matriz, no Centro de Porto Alegre, os professores gaúchos viram mais uma vez suas expectativas frustradas no início da noite de quarta-feira (31), quando a Assembleia Legislativa aprovou um índice de reajuste considerado insuficiente pela categoria.
Os deputados aprovaram um reajuste de 6% – 4% em setembro e 2% em dezembro – enquanto o Cpers-Sindicato reivindicava 23,14%, o equivalente à reposição da inflação acumulada no governo Yeda e resíduo inflacionário do governo Rigotto.
O único avanço nas negociações foi a antecipação da vigência da segunda parcela do reajuste, prevista no projeto original só para março de 2011.
*Diário Popular