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DIRETORES DA FETRAFI-RS E SINDBANCÁRIOS REÚNEM COM FUNDAÇÃO BANRISUL

Encontro tratou da revogação da circulas nº630 entre outros temas

Nesta segunda-feira, 16, os diretores da Fetrafi-RS Amaro Souza e Denise Corrêa, juntamente com a diretora do SindBancários, Cátia Cilene Nobre Nunes, participaram de uma reunião com representantes da Fundação Banrisul. Os sindicalistas foram recebidos pelos diretores Fábio Alves, Jorge Berzag e Cafruni. A reunião tratou principalmente da revogação da circular nº 630, emitida em 15 de março deste ano pela gestão anterior da FSSB, que suprime o direito de obter empréstimos dos participantes ativos e aposentados, que tiverem ações contra a Fundação Banrisul.

Entre os temas abordados na reunião estão a democratização na gestão da Fundação Banrisul e o aumento do benefício mínimo, que hoje é de 10% de complementação na aposentadoria. O objetivo do movimento sindical é atingir um patamar de 50% de complemento, a fim de garantir uma remuneração similar àquela que o banrisulense recebia na ativa. Outra questão importante segundo os sindicalistas, é a definição de uma política de transparência nas operações financeiras e designação de receitas aos benefícios da Fundação.

No dia 19 de maio, quinta-feira, haverá reunião do Conselho Deliberativo da Fundação para avaliar as reivindicações propostas pelo movimento sindical e votação da revogação da circular nº630. A diretora da Fetrafi-RS, Denise Corrêa, que também integra o Conselho Fiscal da FSSB, destaca que a Fundação não pode negar aos participantes um direito que é comum a todos, como é o caso da concessão de empréstimos. "Isto implica numa ação discriminatória por parte da Fundação. O fato de um participante ter ações jurídicas contra a entidade, em busca de direitos, não pode limitar o seu acesso a serviços ou benefícios prestados pela Fundação", observa.

Entre os temas abordados na reunião estão a democratização na gestão da Fundação Banrisul e o aumento do benefício mínimo, que hoje é de 10% de complementação na aposentadoria. O objetivo do movimento sindical é atingir um patamar de 50% de complemento, a fim de garantir uma remuneração similar àquela que o banrisulense recebia na ativa. Outra questão importante segundo os sindicalistas, é a definição de uma política de transparência nas operações financeiras e designação de receitas aos benefícios da Fundação.

No dia 19 de maio, quinta-feira, haverá reunião do Conselho Deliberativo da Fundação para avaliar as reivindicações propostas pelo movimento sindical e votação da revogação da circular nº630. A diretora da Fetrafi-RS, Denise Corrêa, que também integra o Conselho Fiscal da FSSB, destaca que a Fundação não pode negar aos participantes um direito que é comum a todos, como é o caso da concessão de empréstimos. "Isto implica numa ação discriminatória por parte da Fundação. O fato de um participante ter ações jurídicas contra a entidade, em busca de direitos, não pode limitar o seu acesso a serviços ou benefícios prestados pela Fundação", observa.

Entre os temas abordados na reunião estão a democratização na gestão da Fundação Banrisul e o aumento do benefício mínimo, que hoje é de 10% de complementação na aposentadoria. O objetivo do movimento sindical é atingir um patamar de 50% de complemento, a fim de garantir uma remuneração similar àquela que o banrisulense recebia na ativa. Outra questão importante segundo os sindicalistas, é a definição de uma política de transparência nas operações financeiras e designação de receitas aos benefícios da Fundação.

No dia 19 de maio, quinta-feira, haverá reunião do Conselho Deliberativo da Fundação para avaliar as reivindicações propostas pelo movimento sindical e votação da revogação da circular nº630. A diretora da Fetrafi-RS, Denise Corrêa, que também integra o Conselho Fiscal da FSSB, destaca que a Fundação não pode negar aos participantes um direito que é comum a todos, como é o caso da concessão de empréstimos. "Isto implica numa ação discriminatória por parte da Fundação. O fato de um participante ter ações jurídicas contra a entidade, em busca de direitos, não pode limitar o seu acesso a serviços ou benefícios prestados pela Fundação", observa.

 Fetrafi-RS

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