Índice de adoecimento na instituição é alto
As pressões pelo cumprimento de metas no Itaú Unibanco não tem limites. Um Superintendente Comercial, que costuma utilizar uma metáfora agressiva, de que passou a vida limpando a sujeira de porcos e que os bancários não tem nada do que reclamar, decidiu que os funcionários não poderão gozar mais do que dez dias de férias, além de não poder escolher quando irão tirá-las.
Tudo para cumprir os "desafios": atingir de 150 a 200% das metas do AGIR. Sim, o abuso é tanto que 100% não é mais o bastante. É uma cobrança que não para, se sucede semana após semana, levando os funcionários ao limite. Tanto que, para o Superintendente em questão, 100% é meta semanal e não mais mensal.
Quando algum funcionário reclama, ele manda o bancário tomar Lexotan. O clima organizacional está péssimo e, como comprova este relato, não poderia ser diferente: o índice de adoecimento no Itaú Unibanco segue alto.
*SindBancários