Notícias

MOVIMENTOS AVISAM: "NÃO VAMOS SAIR DAS RUAS"

Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo afirmam que qualquer saída que não inclua eleição direta não tem legitimidade

19/05/2017

ROBERTO PARIZOTTI/CUT

"ROBERTO

As frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, que reúnem quase uma centena de movimentos sociais, não admitirão uma saída para a crise política que não contemple convocação imediata de eleições gerais. "Não vamos aceitar golpe dentro do golpe. Vamos continuar fazendo campanha pelas diretas já. (A solução) Não pode ficar na mão de um Congresso que é absolutamente questionável", afirmou o presidente da CUT, Vagner Freitas, após reunião na sede da entidade, na região central de São Paulo. Ao comentar o pronunciamento de Michel Temer negando a renúncia, ele afirmou que a postura demonstra "a falta de irresponsabilidade que esse senhor tem com o Brasil".

Os movimentos também pedem a retirada das propostas de reformas trabalhista e previdenciária, em tramitação no Senado e na Câmara, respectivamente. "Não há condição política para essa turma propor que você fique sem aposentadoria ou que faça bico porque não tem emprego", disse Vagner. Ele lembrou que as centrais farão uma "ocupação" em Brasília na próxima quarta-feira (24). E considera a crise um "momento de oportunidade para retomar a democracia". Saiba mais

Fonte: Contraf-CUT

Veja outras notícias

Contraf-CUT e Fabi Uehara cobram antecipação da PLR

Reivindicação é para que o pagamento seja efetuado no dia da divulgação do resultado anual da Caixa; pendências no pagamento dos deltas e da premiação do Super Caixa reforçam necessidade de antecipação da PLR Neste texto você verá: Contraf-CUT e Fabi cobram pagamento...

CUT defende trabalho decente na Conferência das Cidades

Após 13 anos sem edição nacional, a 6ª Conferência Nacional das Cidades voltou a ser realizada em Brasília A Contraf-CUT e a CUT participam da conferência e levou ao centro das discussões uma pauta concreta: não há desenvolvimento urbano sustentável sem trabalho...

Voto Feminino: uma garantia formal, mas ainda sem poder real

Após 9 décadas, a representatividade das mulheres nos espaços de decisão política é um desafio Em 24 de fevereiro de 1932, no governo de Getúlio Vargas, as mulheres, enfim, conquistaram o direito a votar e de serem votadas. Porém, mesmo após 94 anos - entre eles, com...