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CAIXA VÊ LUCRO DE R$ 691 MILHÕES NO TRIMESTRE E R$ 4,1 BILHÕES EM 2016

Receita de prestação de serviços e tarifas cresceu 6,8% 

 


A Caixa Econômica Federal obteve lucro líquido de R$ 691 milhões no quarto trimestre, resultado que indica aumento de 11,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na comparação com o terceiro trimestre, houve queda de 30,8%.


 

O lucro líquido da Caixa foi de R$ 4,137 bilhões em 2016 como um todo, caindo 41,8% frente ao ano anterior.

A margem financeira gerencial avançou 5,8% no quarto trimestre de 2016, quando comparado ao mesmo período do calendário anterior, para R$ 11,789 bilhões. A receita de prestação de serviços e tarifas cresceu 6,8%, para R$ 5,951 bilhões.

As despesas com provisões para devedores duvidosos totalizaram R$ 4,937 bilhões entre outubro e dezembro de 2016, o que representa alta de 25% na comparação com igual intervalo do ano anterior. Em relação ao terceiro trimestre, houve recuo de 3,3%

As despesas de pessoal diminuíram 0,3% na comparação com os três últimos meses de 2015, para R$ 5,445 bilhões.

A carteira de crédito ampla da Caixa chegou ao fim de 2016 somando R$ 709,289, o que representa alta de 1,4% em três meses e de 4,4% em relação a dezembro de 2015.

O portfólio de habitação, o mais forte do banco, avançou 1,1% desde setembro e 5,6% em um ano, para R$ 406,106 bilhões. A carteira de crédito comercial, no entanto, recuou 1,3% e 4%, respectivamente, para R$ 190,983 bilhões.

O índice de inadimplência estava em 2,88% no fim de dezembro, recuando 0,6 ponto percentual na comparação com setembro de 0,67 ponto em relação ao fim do ano anterior.

A Caixa, que obteve lucro de R$ 4,137 bilhões em 2016, gerou no calendário um retorno sobre o patrimônio líquido médio de 6,57%, bem abaixo dos 11,41% obtidos no ano anterior. O indicador é muito inferior ao apresentado pelos grandes bancos privados, da ordem de 20%.

O índice de Basileia — medida de capital das instituições financeiras — estava em 13,54% no fim de dezembro, acima do mínimo exigido pelo Banco Central (BC). O indicador recuou na comparação com os 14,43% apresentados no término de 2015.

*Valor Econômico

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