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CORONAVÍRUS: SANTANDER ANUNCIA MEDIDAS PARA REIVINDICAÇÕES DO SINDICATO

Banco disponibilizou opções de telemedicina para os funcionários além de ampliar as possibilidades de home office para os bancários

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Foto: Seeb/SP

Respondendo às reivindicações feitas pelo Sindicato, o Santander emitiu um comunicado nesta terça-feira 24 com uma série de medidas para reduzir os riscos aos trabalhadores por conta da pandemia de coronavírus no Brasil. 

Nos últimos dias, o Santander já havia atendido algumas das demandas dos trabalhadores em relação a não demissão durante o período de pandemia, ao fechamento de agências e rodízio entre os bancários e na criação de um canal de comunicação para suspeita de contaminação por coronavírus, para que os trabalhadores possam ser monitorados, além do adiantamento integral do 13° e da inclusao de grávidas no grupo de risco.

Nesta terça, o banco anunciou que ampliará o modelo de teletrabalho para os trabalhadores sempre que possível, priorizando os bancários que fazem parte de grupos de risco, além de estar "sensível" aos que, por ventura, tiverem de cuidar de filhos e filhas que estiverem em casa por conta do fechamento das escolas.

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No comunicado, o Santander informou que disponibiliza recursos de telemedicina, caso o bancário ou um parente próximo apresente sintomas da doença. Para isso, basta acessar através do aplicativo da SulAmérica Saúde ou pelos telefones 0800-942-0011 URA8, na Central Nacional Unimed ou 0800-892-4888, nos Seguros Unimed. 

O banco também afirmou que ampliará os programas sociais e de voluntariado para auxiliar pessoas em situação de vulnerabilidade por conta do coronavírus. O Sindicato reforça que as medidas são importantes em um momento de sofrimento de milhares de pessoas, mas que a contribuição dos bancários neste sentido precisa ser efetivamente voluntária, sem pressões ou constrangimentos.

Dever e responsabilidade

"São medidas importantes e necessárias que o banco vem tomando e reconhecemos a responsabilidade com que o Santander tem reagido às nossas demandas, mas ainda temos locais onde as medidas estão demorando para serem implementadas, e quando estamos falando sobre vidas humanas, qualquer demora pode ser fatal", pondera a dirigente sindical e funcionária do Santander, Lucimara Malaquias.

Lucimara diz que o Sindicato tem monitorado os locais de trabalho em São Paulo, Osasco e região e cobrado que o banco atue com agilidade.

A dirgente sindical destaca que as medidas anunciadas não são benesses do banco, mas resultado da pressão do movimento sindical. "Todas as medidas são dever de um banco que lucra bilhões para com a sociedade brasileira e que precisa ter responsabilidade com seus funcionários, clientes e com a população", finaliza Lucimara.

 

FONTE: SP BANCÁRIOS

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