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CORONAVÍRUS: TENHA SENSIBILIDADE COM OS APOSENTADOS, SANTANDER!

Sindicato reivindicou do banco espanhol, em 25 de abril, que não sejam cobradas tarifas ou taxas excedentes dos aposentados em função do maior uso dos meios eletrônicos durante o período da pandemia no novo coronavírus, mas ainda não obteve resposta

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Em 25 de abril, Sindicato, Afubesp e Contraf-CUT reivindicaram do Santander, via Relações Sindicais do banco, que não sejam cobradas tarifas ou taxas excedentes dos aposentados em função do maior uso dos meios eletrônicos durante o período da pandemia no novo #coronavírus (Covid-19), mas ainda não obtiveram resposta.

Desde o início da pandemia, as entidades representativas têm sido procuradas com frequência pelos aposentados, que explicam que a quarentena fez o pacote de serviços contratados com o Santander ser insuficiente, já que todos os pagamentos e transferências passaram a ser feitos pelo internet banking ou aplicativo. O uso excessivo desses meios faz com que os aposentados extrapolem a sua cota, gerando gastos extras nas contas neste momento tão delicado para a saúde e para a economia do país.

Confira a correspondência enviada ao Santander no dia 25 de abril

Para Rita Berlofa, diretora executiva do Sindicato e bancária do Santander, a demora em responder à reivindicação do Sindicato demonstra total falta de sensibilidade do banco, que em 2019 arrecadou R$ 18 bilhões apenas com a cobrança de tarifas.

“Até agora, o Santander ainda não se manifestou em relação à nossa reivindicação, uma tamanha falta de sensibilidade do banco num momento como este de pandemia do novo coronavírus e de crise econômica. Vale lembrar que os bancários do Brasil são os únicos funcionários do Santander no mundo que pagam tarifas, mesmo sendo responsáveis por 28% do lucro global”, enfatiza a dirigente.

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“Aguardamos uma resposta do Santander imediata, para que os aposentados, que estão no grupo de risco e, portanto, devem permanecer em quarentena nas suas casas, não sejam ainda mais onerados pela sanha do banco por lucros exorbitantes”, acrescenta.

 

FONTE: SP BANCÁRIOS

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