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CORREIO DO POVO E ZERO HORA DESTACAM PROTESTO DOS BANCÁRIOS E DA CUT PELA QUEDA DOS JUROS

Os jornais Correio do Povo e Zero Hora desta quinta-feira, dia 12, destacaram a manifestação do SindBancários, Federação dos Bancários do RS e várias entidades sindicais, organizada pela CUT-RS, realizada em frente ao prédio do Banco Central, em Porto Alegre. O objetivo foi cobrar a redução das taxas de juros e a geração de empregos e renda, como forma de enfrentar a crise e manter o Brasil no rumo do desenvolvimento.

Sob o título "Feijão e arroz contra a crise", o Correio do Povo publicou, inclusive, foto do protesto na capa, com a legenda "Ato público no Centro distribuiu comida para criticar juro, desemprego e renda". Também foi inserida reportagem na página de Economia.

Já a ZH publicou foto sobre a manifestação na notícia que aborda a redução da taxa Selic para 11,25%, que podia ter caído ainda mais. Para o presidente nacional da CUT, Artur Henrique da Silva, "o Copom deveria ter optado por um corte maior do que o anunciado. O Brasil ainda tem chances de registrar crescimento em 2009 e devemos ser ousados para não perder a oportunidade. Portanto, insistimos em queda mais acentuada e na diminuição do intervalo entre as reuniões do Copom, como forma de acelerar o processo de redução da Selic".

Veja a íntegra da notícia do Correio do Povo:

Feijão e arroz no ato de protesto contra juros altos

Arroz e feijão foram servidos à população ontem em Porto Alegre durante ato público realizado por bancários e sindicalistas em favor da queda da taxa básica de juros (Selic) e pela manutenção de empregos. O protesto, organizado pela CUT-RS, ocorreu em frente ao Banco Central (BC), na avenida Alberto Bins.

"O alimento simbolizou o prato na mesa dos trabalhadores, como forma de estimular o emprego, a renda, o consumo, a produção e o enfrentamento da crise mundial", disse o diretor do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários), Ademir Wiederkehr. A manifestação, que foi acompanhada de perto por policiais do 9º BPM na entrada do BC, precedeu à reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em Brasília.

Os trabalhadores defendem a queda dos juros. "Só desta forma será possível remanejar recursos da especulação para a produção", atestou Wiederkehr. Segundo ele, cada ponto percentual a menos na Selic, significa economia de R$ 15 bilhões que podem ser investidos na geração de empregos.

Já a diretora da CUT-RS, Sônia Viana, defende que somente com a redução da taxa Selic o Brasil conseguirá enfrentar a crise econômica mundial.

 

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