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DESEMPREGO FECHA AGOSTO EM 6,7%, MENOR ÍNDICE DESDE 2002, DIZ IBGE

A taxa de desemprego ficou em 6,7% no mês de agosto, de acordo com a PME (Pesquisa Mensal de Emprego) divulgada nesta quinta-feira, 23, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Este é o menor índice desde o início da série histórica, em março de 2002.

Diante do registrado em julho (6,9%), o índice se manteve praticamente estável, mas recuou 1,4 ponto percentual em relação aos 8,1% apresentados em agosto do ano passado. A população sem ocupação caiu 15,3% nos últimos 12 meses.

O número de trabalhadores com carteira assinada já cresceu 7,2% no ano. Com rendimento médio real de R$ 1.472,10 em agosto, o valor recebido pelo trabalhador teve 5,5% de incremento sobre o mesmo mês de 2009 e 1,4% de aumento em relação a julho.

As empresas tiveram que desembolsar 1,8% a mais para arcar com a massa de rendimentos, de R$ 32,9 bilhões. O valor é 8,8% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado.

Em agosto, a pessoas ocupadas na indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água tiveram rendimento médio de R$ 1461,20. Para as que trabalham na construção, a renda foi de R$ 1250,30.

Os setores de comércio, venda e reparação de veículos automotores remuneraram seus funcionários em média com o ordenado de R$ 1171,60. Para os serviços prestados à empresa, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira, o salário foi de R$ 1947,30.

O trabalhador empregado em segmentos da economia da educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social foi o que teve o maior salário médio, de R$ 2078,10. Em contrapartida, os indivíduos ocupados com serviços domésticos, tiveram os menores rendimentos, de R$ 567,60.

Pessoas que trabalhavam em outros serviços, como alojamento, transporte, limpeza urbana e serviços pessoais, receberam R$ 1275,60, em média.

Redação: Helton Simões Gomes

Band.com

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