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Em nota, Febraban reafirma apoio a manifesto e à democracia

Entidade afirma que objetivo sempre foi “defender a harmonia do ambiente institucional” e diz que, agora, “assunto está encerrado”

Representantes da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, bancos públicos, avaliaram deixar a Febraban

Em nota divulgada na noite desta quinta-feira, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) reafirmou o apoio ao manifesto “A Praça é dos Três Poderes”, iniciativa que provocou forte reação em Brasília. Segundo a nota, a adesão ao manifesto se deu, “desde o início, dentro de um contexto plurifederativo de entidades representativas do setor produtivo e cuja única finalidade é defender a harmonia do ambiente institucional no país”.

No fim de semana, a notícia de que o manifesto, interpretado como uma crítica ao governo, seria divulgado, fez com que representantes da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, bancos públicos, cogitassem deixar a Febraban. A divulgação do documento acabou sendo suspensa.

Na nota desta quinta, a Febraban informa que a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) assumiu a coordenação do processo de coleta de assinaturas e se responsabilizou pela publicação do manifesto, conforme e-mail dirigido a mais de 200 entidades no dia 27 de agosto.

“A Febraban considera que o conteúdo do manifesto, aprovado por sua governança própria, foi amplamente divulgado pela mídia do país, cumprindo sua finalidade”, diz a nota. “A Federação manifesta respeito pela opção do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, que se posicionaram contrariamente à assinatura do manifesto.”

“Assunto encerrado”

A Febraban afirma que, agora, “o assunto está encerrado” e que não ficará mais vinculada às decisões da Fiesp, que, “sem consultar as demais entidades, resolveu adiar sem data a publicação do manifesto”.

Por fim, a federação confirmou o apoio ao conteúdo do texto que aprovou, “já de amplo conhecimento público”. E finaliza afirmando que cumpriu, assim, “o seu papel ao se juntar aos demais setores produtivos do Brasil num pedido de equilíbrio e serenidade, elementos basilares de uma democracia sólida e vigorosa”.

FONTE: CORREIO DO POVO

 

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