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EMPREGO NA INDÚSTRIA REGISTRA 5ª ALTA SEGUIDA EM MAIO, APONTA IBGE

O emprego industrial apresentou crescimento de 0,3% de abril para maio, já descontados os efeitos sazonais, registrando a quinta alta seguida, de acordo com os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta quinta-feira.

No confronto com maio de 2009, que teve o desempenho afetado pelos efeitos da crise econômica mundial, a expansão foi de 4,2%. Trata-se da quarta alta consecutiva e é semelhante à contabilizada em outubro de 2004, a mais elevada da série histórica.

No acumulado do ano, houve acréscimo de 1,9%, acelerando o ritmo frente aos resultados obtidos no primeiro trimestre e no primeiro quadrimestre.

O indicador referente aos últimos doze meses prosseguiu com a redução no ritmo de queda iniciada em dezembro de 2009, passando de -3,4% em abril para -2,6% em maio.

Em maio, o número de horas pagas teve alta de 0,3% ante abril na série com ajuste sazonal. Já no confronto com o mesmo mês do ano anterior, a taxa registrada (5,5%) é a mais alta desde o início da série histórica. No acumulado no ano, houve crescimento de 3,3%.

A folha de pagamento real dos trabalhadores recuou 0,8% no comparativo mensal, já descontada a sazonalidade. No confronto com maio de 2009, houve avanço de 3,7%, apresentando a quinta taxa positiva consecutiva. No acumulado do ano, a alta chegou a 3,8%.

Locais

No acumulado dos cinco primeiros meses deste ano, a pesquisa apontou que treze locais e quatorze ramos ampliaram o contingente de trabalhadores na indústria.

Entre os locais, São Paulo (2,0%), região Nordeste (3,9%), Ceará (8,2%) e Rio Grande do Sul (2,4%) apontaram os principais impactos positivos sobre a média global, enquanto Minas Gerais (-0,4%) assinalou o único resultado negativo.

Na análise por setor, alimentos e bebidas (1,8%), calçados e couro (5,6%), têxtil (5,6%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (4,3%) e papel e gráfica (3,9%) mostraram as influências positivas mais relevantes. Em sentido contrário, madeira (-9,8%) e vestuário (-1,7%) exerceram as maiores pressões negativas.

Fonte: Folha Online

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