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FATOR PREVIDENCIÁRIO: GOVERNO SÓ APOIA PROPOSTA QUE TIVER CONSENSO

 
Nova regra terá de ser menos dura com o trabalhador

Quando o assunto é o fator previdenciário, o governo diz que só vai apoiar uma proposta que for consensual entre os sindicatos. Segundo informações da Agência Senado, a equipe econômica do governo só aceita abrir mão da economia de R$ 40 bilhões resultante do fator, se houver uma nova regra no lugar. O substituto terá de ser menos duro com o trabalhador, mas deverá preservar o objetivo de frear a aposentadoria precoce.
Propostas

Com o atual fator, um homem que se aposenta com 56 anos de idade e 39 anos de contribuição,95 na soma dos dois itens, por exemplo, perde 17% do salário da ativa.

As discussões atuais giram em torno de uma regra simples, conhecida como 85-95. Por esta fórmula, para ter direito à aposentadoria integral, sem perdas, a soma da idade com a contribuição deve atingir 95, no caso dos homens, e 85, no caso das mulheres, sendo que para a soma inferior a esses números, aí sim se aplicaria um novo fator, mais brando que o atual.
A proposta é apoiada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores). Contudo, na soma dos anos, a entidade defende que se inclua o tempo em que o trabalhador recebeu seguro-desemprego. "O ideal seria que não existisse fator previdenciário nenhum, que o trabalhador não fosse prejudicado nem muito nem pouco. Mas temos de ser realistas e pensar na sustentabilidade da Previdência", diz o presidente da cuT, Artur Henrique.

A Força Sindical, por outro lado, propõe uma regra cuja soma dos anos de contribuição e da idade do trabalhador seja de 80 para as mulheres e de 90 para os homens.

*Infomoney

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