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GM DÁ EXPLICAÇÕES AO GOVERNO APÓS PRESSÃO DO MOVIMENTO SINDICAL

A jornalista Denise Nunes publica em sua coluna do Correio do Povo desta quinta-feira, dia 7, uma notícia sobre a falta de transparência na concessão de empréstimo à GM pelo Banrisul. A repórter diz que os jornalistas foram impedidos de acompanhar a reunião entre a montadora e o governo do Estado.

Os bancários querem saber qual o argumento do Banrisul para conceder empréstimo de R$ 150 milhões à General Motors (GM). O banco destina uma quantia fabulosa à multinacional, recursos públicos que correm o risco de retornar à instituição, comprometendo projetos de desenvolvimento financiados junto a pequenos e médios produtores. Isso porque a GM. Os banrisulenses querem saber quais as garantias oferecidas nessas negociações para evitar prejuízos ao banco.

Confira a notícia:

GM DÁ EXPLICAÇÕES AO GOVERNO

Um encontro ontem entre as cúpulas da GM (o vice-presidente José Carlos Pinheiro Neto e o diretor Luiz Moan) e do governo (Yeda Crusius, secretários da Fazenda, Planejamento, Sedai e presidente do Banrisul) lembrou os tempos do governo Antônio Britto, quando os executivos de montadoras frequentavam o Palácio Piratini pelos fundos e a imprensa era impedida de entrar.

Segundo o titular da Sedai, Marcos Biolchi, único que se dispôs a um tanto de educação e respeito à informação de interesse público (a GM negocia com o Estado um investimento incentivado de 1 bilhão de dólares), o motivo da reunião foi um só: a situação da operação brasileira (a 2ª melhor no ranking mundial da Chevrolet e 3ª da GM, afirmou) no contexto de crise da corporação.

Até faz sentido: como o governo justificaria incentivos e financiamentos de vulto quando a fragilidade da GM mundial é um fato? Segundo Biolchi, está tudo bem no Brasil. Neste caso, por que fugir da imprensa?

Fonte: Imprensa/SindBancários com Correio do Povo

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