Debate foi sobre o fim do imposto sindical para a mesa de negociação
Sem consenso entre as centrais sindicais, o governo passou o debate sobre o fim do imposto sindical para a mesa de negociação criada nesta sexta-feira na reunião entre a presidente Dilma e representantes dos trabalhadores.
A proposta é defendida pela CUT e não tem apoio das demais centrais. O imposto sindical – que é cobrado em março e corresponde a um dia de trabalho dos empregados com carteira assinada – seria substituído pela contribuição negocial. – Sobre o imposto sindical, a CUT manifestou uma posição que não é referendada pelas outras centrais.
Eles vão se acertar entre eles primeiro para depois a gente discutir melhor – disse o ministro da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho. O presidente interino da CUT, José Lopez Feijóo, afirmou que o fim do imposto sindical é uma proposta histórica da central: – Não tem nada rachado. A CUT não abre mão da história.
O secretário geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, diz que "a contribuição não está na pauta".
* O Globo