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INFLAÇÃO RECUA 0,31% EM ABRIL, DIZ IBGE

Conforme instituto, este é o segundo menor patamar desde o início do Plano Real

A inflação oficial atingiu o segundo menor patamar desde o início do Plano Real, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O resultado de – 0,31% foi puxado principalmente pela queda no preço dos combustíveis no período, devido ao isolamento social adotado em diversas cidades do país, a demanda por combustívies caiu e, com isso, os preços foram impactados. No ano, o acumulado é de 0,22% e, nos últimos doze meses, de 2,40%.

A mínima histórica do IPCA é de agosto de 1998, de -0,51%. Apenas nos meses de abril, a mínima até agora havia sido registrada em 2017, quando a deflação foi de 0,14%. Este é o primeiro IPCA com coleta feita exclusivamente durante a vigência da crise do coronavírus 

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, seis tiveram deflação em abril e o maior impacto negativo do mês veio do grupo Transportes, com queda de -2,66%. Isso se deve sobretudo ao recuo observado nos preços dos combustíveis (-9,59%), em particular da gasolina (-9,31%). Houve quedas no preço dessa nas 16 regiões pesquisadas, sendo a maior em Curitiba (-13,92%) e a menor no Rio de Janeiro (-5,13%). Além da gasolina, o etanol (-13,51%), o óleo diesel (-6,09%) e o gás veicular (-0,79%) também apresentaram queda em abril.

No lado das altas, destaca-se o grupo Alimentação e bebidas, que acelerou em relação a março (1,79%). A alimentação no domicílio, uma das alternativas para o isolamento social, passou de 1,40% para 2,24% em abril, com destaque para as altas da cebola (34,83%), da batata-inglesa (22,81%), do feijão-carioca (17,29%) e do leite longa vida (9,59%). As carnes apresentaram queda pelo quarto mês consecutivo, de -2,01%.

Porto Alegre tem deflação de -0,05%

Regionalmente, 14 das 16 áreas pesquisadas tiveram deflação em abril – Porto Alegre teve queda de -0,05%. O menor índice ficou com a região metropolitana de Curitiba (-1,16%), por conta da queda nos preços da gasolina (-13,92%). Já o maior resultado foi registrado na região metropolitana do Rio de Janeiro (0,18%), em função das altas nos preços das passagens aéreas (15,83%) e da energia elétrica (1,33%).

 

FONTE: CORREIO DO POVO

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