
O banco tem promovido, nas primeiras semanas de 2026, desligamentos abruptos e sem transparência. Os diretores do Sindicato atenderam trabalhadores de carreira, com anos — e até décadas — de dedicação, dispensados de forma repentina, inclusive por justa causa, o que gerou apreensão e indignação entre os funcionários.
Para o Sindicato, os casos não são isolados. Eles refletem uma lógica de gestão baseada em pressão constante, metas elevadas e instabilidade permanente, que empurra trabalhadores ao limite até que o vínculo se torne descartável.
“O Santander segue desrespeitando os trabalhadores e clientes brasileiros com demissões, fechamento de agências e a ampliação da terceirização”, destaca adiretora do Sindicato, Patrícia Bassanin.
A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander cobra do banco mais transparência nos dados, incluindo divulgação nos números de funcionários nas empresas do conglomerado.
Conquistas do Sindicato
O Santander confirmou o pagamento da segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) para 27 de fevereiro, juntamente com a folha salarial do mês, a remuneração semestral (PPE) e os valores referentes ao segundo semestre.
Além da segunda parcela da PLR, que é assegurada na CCT, os empregados também receberão a Programa Próprio de Resultados Santander (PPRS), outra conquista histórica do movimento sindical garantida no ACT vigente.