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RELÓGIO DE OURO LEVA TRABALHADOR À JUSTIÇA

 Ao completar 30 anos de trabalho, um ex-empregado do Itaú (hoje Itaú-Unibanco) teve suas expectativas frustradas ao deixar de receber um relógio de ouro e ações do banco e ainda não ter sido convidado para a tradicional festa em homenagem aos antigos funcionários, realizada a cada dois anos. Em 2006, a atração principal do encontro foi uma apresentação do cantor Roberto Carlos. Por esse motivo, decidiu ir à Justiça. O caso foi parar no Tribunal Superior do Trabalho (TST), que garantiu ao bancário o equivalente aos prêmios não obtidos na época.

Valor Online

 

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