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TRABALHADORES E BB DISCUTEM SAÚDE E CONDIÇÕES DE TRABALHO NESTA TERÇA

Nesta terça-feira, dia 1º, o Comando Nacional dos Bancários e a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) realizarão mais uma rodada de negociação com a direção do banco sobre as questões específicas dos funcionários da empresa na Campanha Nacional 2009. Neste encontro, que acontecerá em Brasília, serão debatidas questões relativas a saúde e condições de trabalho.

Entre as principais demandas dos trabalhadores na área, está o fim da sobrecarga de trabalho, que aumenta o stress e as doenças ocupacionais dos funcionários do banco, e do assédio moral, que tem sido uma constante na empresa, especialmente nas agências. Para isso, os trabalhadores cobram a contratação de novos bancários. "Nos últimos tempos, a quantidade de trabalhadores não cresceu na mesma proporção que o número de contas do banco. Isso tem gerado grande concentração de trabalho, principalmente nas agências. Está mais do que na hora do banco contratar mais trabalhadores", afirma Marcel Barros, coordenador da CEBB e secretário-geral da Contraf-CUT.

Na última negociação, ocorrida no último dia 24 (veja mais aqui), os trabalhadores conquistaram um avanço, com a revisão anunciada pelo BB, aceitando reivindicação do movimento sindical, da situação dos gerentes de módulo que tiveram sua classificação alterada de Avançado para Básico por falta de certificações. Os bancários voltarão a receber a comissão de gerente de módulo avançado até que haja novo processo de certificação, que está previsto para o mês de novembro, quando então esses gerentes terão que cumprir a exigência. O acerto será feito na folha de pagamento de setembro.

Veja as principais reivindicações dos trabalhadores sobre Saúde e Condições de Trabalho:

– Cobrar o fim do assédio moral nas dependências do banco.

– Impedir o estabelecimento de metas abusivas.

– Criação de comissões de ética mistas banco/sindicato para a apuração de denúncias.

– Fortalecimento do programa de Atenção Integral à Saúde, que está sendo colocado em segundo plano pela atual gestão da Cassi e do banco.

– Recomposição das equipes de saúde da família nas unidades Cassi.

Fonte: Contraf-CUT

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